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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Mel Brooks

Conheça hoje aqui no nosso blog uns dos caras responsaveis pela série Melvin Kaminsky, o Mel Brooks Clique em mais informações>>>

Mel Brooks


Mel Brooks, nome artístico de Melvin Kaminsky, (Nova Iorque, 28 de junho de 1926) é um ator e cineasta norte-americano de origem judaica.
Foi o vencedor do Óscar em 1968 pelo filme Primavera para Hitler (que refilmou em 2005), além de diversas outras indicações. Tornou-se conhecido pela produção (em parceria com Buck Henry) da série de TV O Agente 86 (BR), exibida no período de 1965-1970. Sua especialidade é a paródia dos diversos gêneros cinematográficos: depois de satirizar os filmes de agente secreto com o impagável Agente 86 (interpretado por Don Adams), a partir da década de 70 Brooks faria o mesmo com os western (Banzé no Oeste, com um xerife negro), terror (O Jovem Frankenstein e Drácula - morto mas feliz), aventura (A louca louca história de Robin Hood), Suspense (Alta Ansiedade), filmes bíblicos (História do Mundo - parte 1), ficção científica (S.O.S. - Tem um louco solto no espaço) e cinema mudo (A última loucura de Mel Brooks).
Gosta de dirigir um grupo seleto de comediantes, que se repetem em seus filmes, sejam como protagonistas, sejam em participações especiais: (Gene Wilder, Dom DeLuise — que apareceu em 12 filmes de Brooks — Madeline Kahn), além de sua esposa Anne Bancroft que trabalhou com ele em Sou ou não sou e A última loucura de Mel Brooks.

Produções

2005 - Os produtores (The Producers) (voz)
2005 - Robôs (Robots) (voz)
2002 - It's a very merry Muppet Christmas movie (TV)
2000 - Sex, lögner & videovald
1999 - Um convite italiano (Svitati)
1998 - O príncipe do Egito (The Prince of Egypt) (voz)
1995 - Drácula - Morto, mas feliz (Dracula: Dead and Loving It)
1994 - Os batutinhas (The Little Rascals)
1994 - Loucos, birutas e debilóides (Il silenzio dei prosciutti)
1993 - A louca louca história de Robin Hood (Robin Hood: Men in Tights)
1991 - Que droga de vida (Life Stinks)
1990 - Olha quem está falando também (Look Who's Talking Too) (voz)
1987 - S.O.S. - Tem um louco solto no espaço (Spaceballs)
1983 - Sou ou não sou (To Be or Not to Be)
1981 - História do mundo - Parte 1 (History of the World: Part 1)
1979 - The Muppet movie (The Muppet Movie)
1979 - The Muppets go Hollywood (TV)
1977 - Alta ansiedade (High Anxiety)
1976 - A última loucura de Mel Brooks (Silent Movie)
1974 - O jovem Frankenstein (Young Frankenstein) (voz)
1974 - Banzé no oeste (Blazing Saddles)
1970 - Banzé na Rússia (The Twelve Chairs)
1968 - The Producers
1965 - Agente 86 (Get Smart) (TV)
1963 - The Critic (voz) (curta-metragem)

Prêmios

Ganhou o Óscar de Melhor Argumento Original, por seu trabalho em "The Producers" (1968).
Recebeu uma nomeação ao Óscar, na categoria de Melhor Argumento Adaptado, por seu trabalho em "Young Frankenstein" (1974).
Recebeu uma nomeação ao Óscar, na categoria de Melhor Canção Original, pela canção "Blazing Saddles", de "Blazing saddles" (1974).
Recebeu duas nomeações ao Globo de Ouro, na categoria de Melhor Actor - Comédia/Musical, pelo desempenho em "Silent movie" (1976) e "High anxiety" (1977).
Recebeu uma nomeação ao Globo de Ouro, na categoria de Melhor Argumento, por "The Producers" (1968).
Recebeu uma nomeação ao BAFTA, na categoria de Melhor Argumento, por "Blazing saddles" (1974).
Mel Brooks é uma das poucas pessoas a receberem um Óscar(prêmio de cinema),um Grammy(prêmio de música),um Emmy(prêmio de TV) e um Tony(prêmio de teatro).Todos esses prêmios,os maiores em sua categoria:Cinema, Música, TV e Teatro.

Entrevista

que foi dado sobre o filme agente 86 - o filme (2008)

Como você descreveria Agente 86 para quem é jovem demais pra se lembrar da série?

Uma combinação insana de James Bond com o tipo de comédia que eu gosto de fazer. Uma deliciosa fusão de efeitos especiais e comédia, o que é raro. Geralmente, quando há efeitos especiais não há comédia. E quando há boa comédia não há um efeito especial em vista. É muito raro que projetos assim dêem certo.

Vários dos seus projetos do passado estão ganhando refilmagens. Você os procura ou eles procuram você?

Eu não procuro ninguém. Alguém que chegou e me avisou: "Eles estão refazendo Agente 86" - e eu perguntei "Sério? Como vai se chamar?", e a pessoa - "Agente 86". "Inteligente", conclui . Sabe, porque fizeram um filme da série há uns 20 anos e deram o nome de A Bomba que Desnuda, o que não foi muito esperto.

E você não teve participação alguma?

Naquele? Nada! Neste me ligaram logo que começou e começaram "o que você acha disso?", "o que você acha daquilo?". O filme tem um bom diretor, o Peter Segal. Um cara maravilhoso. Os roteiristas são bons, os produtores jovens e agressivos e espertos. Mas o brilhante da turma é o Steve Carell. Eles pegaram um cara que é o novo Don Adams - apesar de ele não imitar Don. Ele é apenas ele.

Parece que a premissa segue tão boa hoje quanto foi na Guerra Fria.

Exatamente. É a estupidez pura, honesta e simples de organizações como a CIA que tornam isso possível. Sabe, eles querem fazer um bom trabalho, mas contratam uns braquelos e esquecem das outras raças. Aí fica toda aquela crença de pão branco...

E como você se sente sabendo que 40 anos depois as coisas continuam na mesma?

É verdade. A CIA continua apalermada. É estranho, mas eles são um tipo de super-homens, de tropas da SS: Loiros, bonitos e os melhores, e quem não for assim é melhor que morra queimado. É isso o que torna fazer graça com esses caras tão fácil. Tenho sorte que eles sejam uns paspalhões.

Mas já ouvi dizer que Agente 86 tem fãs espiões...

Eu conheci um cara da CIA uma vez que me disse isso. Ele me disse que todo mundo lá gostava do programa. Aí eu passei a acreditar que há alguns sujeitos inteligentes lá dentro.

E tem as bugigangas, que todo mundo adora.

Eu acho que Buck Henry e eu criamos o celular quando inventamos o sapatofone. Mas ninguém nunca nos pagou direitos sobre isso, ou sobre o Cone do Silêncio. Aliás, adorei o Cone no filme. Eles fizeram um bom trabalho dando um tom mais high-tech a ele. Quanto ao sapatofone, tiramos a idéia na verdade de Dick Tracy. O dele era no relógio, então quisemos colocar o comunicador em um lugar mais ridículo.

Quão difícil é escrever Maxwell Smart?

Você tem que ser tão inteligente quanto puder na estupidez dele. Peter Segal e os roteiristas entenderam isso e respeitaram o público. Eu sempre parto do princípio que um monte de gente mais inteligente que eu verá meus filmes, então não emburreço meu texto. Outro dia eu estava revendo Banzé no Oeste numa sessão especial e a platéia explodia em certas cenas. Então está provado - tem gente tão inteligente ou mais inteligente que eu, então não preciso baixar o nível. Escrevo tão difícil quanto consigo.
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